Sistema sob medida
O sistema é seu. O motor de cobrança já está pronto.
Existe um caminho entre mandar fazer do zero e forçar um sistema de prateleira a caber no seu processo: o que é do seu negócio nasce sobre um motor de cobrança que já roda em produção.
A escolha de hoje
Dois caminhos, e os dois cobram caro
Quando o processo é específico, sobra uma decisão desconfortável: encomendar software do zero ou encaixar a operação num sistema de prateleira. Os dois custam.
Caminho 1
Mandar desenvolver do zero
Você paga para alguém reescrever régua de cobrança, boleto registrado, remessa e retorno e conciliação bancária. Nada disso é do seu negócio — e a primeira tela útil demora meses.
Caminho 2
Forçar um SaaS de prateleira
Ele cabe até onde o seu processo começa. Dali para frente vira campo genérico com nome errado, texto livre e planilha ao lado — a gambiarra que você contratou o sistema para não ter.
Caminho 3
Construir sobre um motor pronto
O motor de cobrança já existe e já roda em produção. O que é do seu negócio é construído em cima dele, na sua instância. Você não começa do zero: começa do motor.
O que já existe
Ninguém contrata software para reinventar boleto
Título, parcela, acordo, boleto registrado, régua de cobrança, WhatsApp, discador, e-mail e SMS, baixa de pagamento, conciliação, jurídico, prestação de contas e os painéis de análise: isso já está pronto e em produção em mais de 30 instâncias. É a parte que custa anos e não diferencia ninguém.
Sobre essa base entra o que é seu: as entidades do seu domínio, as telas da sua equipe, as regras que só você tem. É aí que faz sentido gastar desenvolvimento.

Como se constrói
Low-code por cima, instância dedicada por baixo
- Campo, tela e relatório sem programar
- Entidade nova, campo novo, painel novo e regra de negócio saem da configuração da plataforma. O que muda de mês em mês não precisa virar release.
- Instância dedicada, banco próprio
- Cada cliente roda na instância dele, com o banco de dados dele. Não é multi-tenant: a sua customização não é uma chave ligada num produto de todo mundo.
- O motor por baixo, inteiro
- O domínio novo não vive num anexo. Ele desagua na esteira que já existe: gera título, cobra pelos canais, aceita acordo, dá baixa e aparece nos painéis.

Prova
Dois domínios que não são cobrança de dívida — e rodam aqui
Não é hipótese de arquitetura: são duas operações em produção sobre o mesmo motor.
Gestão de benefícios de plano de saúde
Uma gestora de benefícios ganhou o domínio inteiro: a hierarquia de estipulante, plano, adesão e vidas; a carteira atualizada mês a mês por sincronização, e não por carga que apaga tudo; o faturamento mensal que vira cobrança, com a parcela no valor da família; e painel próprio de faturado, baixado e inadimplente por competência. Com trava de segurança: vida sem valor barra o faturamento em vez de cobrar errado.
Aquisição de recebíveis de condomínio
Uma operação de aquisição de recebíveis cadastra as operações com borderô — e é o borderô que gera os títulos e as parcelas da esteira de cobrança. Em cima disso ela ganhou relatório por safra de aquisição, com curva de maturação da inadimplência, por condomínio e por tipo de operação.
O que não prometemos
Não fazemos qualquer software. Fazemos crédito e cobrança.
Se o seu sistema trata recebível, crédito, mensalidade ou benefício, o motor está do seu lado e a conversa começa adiantada. Se é logística, prontuário ou ponto de venda, não é aqui — e ouvir isso agora sai mais barato do que descobrir no meio do projeto.
O recorte é o que faz o resto funcionar: só existe motor pronto porque ele foi construído para um domínio, e não para todos.
Traga o seu processo, não a sua lista de requisitos
Em 30 minutos separamos o que já existe no motor do que precisa ser construído.
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