REVO360

Segurança e conformidade

Segurança de quem guarda a carteira de outra pessoa

O dado do devedor entra cifrado, é buscado por hash e toda linha registra quem a criou e quem a mudou. Abaixo está o que existe hoje no produto — e o que perguntar a qualquer fornecedor, nós inclusive.

O escopo

Quatro bases diferentes, quatro riscos diferentes

A carteira que entra no REVO360 não é sua: é do credor, e traz o dado de quem nunca escolheu falar com você. Vazamento aqui não é incidente de TI — é o contrato e a LGPD no mesmo dia.

Cadastro do devedor

Nome, documento, e-mail e telefone do titular da dívida, e o que veio no arquivo do credor.

Conteúdo da conversa

O trocado por WhatsApp, SMS, e-mail e RCS — inclusive o que a Sarah negociou sozinha.

Gravação da chamada

O áudio da telecobrança e a tabulação do atendimento.

Dado financeiro

Valor em aberto, acordo, boleto, pagamento e prestação de contas ao credor.

Em repouso

Cifrado na coluna, não só no disco

Dado pessoal do devedor e do lead é gravado criptografado, com chave simétrica AES-256. Nome, documento, e-mail e telefone não existem em texto plano — quem abrir a coluna sem a chave lê ruído.

A saída fácil é descriptografar a carteira inteira para conseguir procurar. Aqui não: ao lado da coluna cifrada há uma dehash SHA2-256, e é sobre ela que a busca e a deduplicação acontecem — sem expor o valor.

Cifra simétrica

A coluna guarda o valor cifrado; a chave é do banco daquele cliente.

AES-256 · colunas _Crypt* · chave ChaveCryptDados

Busca sem abrir

Localizar e deduplicar sem descriptografar, comparando hash com hash.

SHA2-256 · coluna de hash ao lado da cifrada

Em trânsito, TLS/SSL — do navegador do operador aos canais de mensagem.

Auditoria

Toda linha sabe quem a criou e quem a mudou

Não é log que alguém liga depois. Cada tabela carrega quatro colunas de autoria, escritas pela própria operação:

Colunas de autoria presentes em toda tabela do sistema
ColunaO que registra
user_insertquem criou o registro
date_time_insertquando criou
user_last_editquem alterou por último
date_time_last_editquando alterou

Os acessos ficam em Adm → Log dos Usuários, com logins e logouts por usuário. A gravação telefônica tem monitoria e auditoria próprias, e a Simmone roda a análise de qualidade do atendimento.

Permissão

Ninguém abre a tela que não é dele

A permissão é por grupo de usuário e por entidade, com permissões especiais para a exceção que sempre aparece. O operador não abre a tela do financeiro porque ela não está no grupo dele.

O credor precisa ver a carteira dele, e só a dele. É o que oCredor360 faz — ele solicita acesso, o acesso é liberado e passa a consultar a própria posição no navegador, com grupo econômico quando é mais de uma empresa. É o que substitui a planilha por e-mail.

Isolamento

Um banco por cliente, não uma tabela com todo mundo dentro

Cada cliente roda numa instância dedicada, com banco separado. Não existe uma tabela com a carteira de várias empresas e uma coluna dizendo de quem é cada linha — o modelo em que um filtro errado entrega a carteira do vizinho.

Banco compartilhado contra instância dedicada por clienteÀ esquerda, um único banco com três faixas dentro — carteira do cliente A, B e C na mesma tabela —, contornado por um traço tracejado de alerta. À direita, três blocos separados, um por cliente, cada um com o próprio banco.Modelo compartilhadoCarteira do cliente ACarteira do cliente BCarteira do cliente CUma tabela com a carteira de todo mundo.Um filtro errado alcança as três.REVO360Cliente Abanco próprioCliente Bbanco próprioCliente Cbanco próprioInstância dedicada por cliente.O incidente de um não alcança os outros.

Na prática: o backup restaurado é o daquele banco, e a customização de um cliente não obriga a testar todos.

LGPD

O titular tem para onde escrever

A REVO360 é Operadora; quem contrata é o Controlador dos dados dos devedores dele. O pedido do titular começa na empresa com quem ele falou — e quando não chega lá, há rota pública: a página de exclusão de dados.

Na operação, quem pediu para não ser mais contatado entra naBlockList e sai dos disparos. Por regra do sistema, não por disciplina de quem monta o mailing.

Checklist

Oito perguntas para fazer a qualquer fornecedor — inclusive a nós

Nenhuma é retórica. A resposta certa é a tela, não a frase no site — e travar em alguma também é resposta.

  1. Abra a tabela de cadastro: a coluna do CPF está legível?
  2. Se o documento está cifrado, como o sistema procura um devedor?
  3. Quem alterou este registro, e quando? Na tela, não no relatório.
  4. O banco é meu, ou divido tabela com outros clientes?
  5. O que o operador vê que não deveria — e o que impede?
  6. Meu credor consulta a carteira dele sem planilha por e-mail?
  7. Quem pediu para não ser contatado sai do disparo sozinho?
  8. Quem é o Encarregado, e onde o titular pede exclusão?

Nada nesta página é certificação. Não publicamos selo de ISO 27001 nem de SOC 2: aqui é engenharia do produto, e dá para conferir ao vivo. Se o seu compliance exige certificado formal, peça o documento a todos os candidatos — a nós também.

Traga o seu compliance para a demonstração

Abrimos o banco, a tela de permissão e o log com quem tiver de aprovar — e respondemos as oito perguntas na ordem que você quiser.

Falar com um especialista