Dashboard da Carteira
A foto do estoque ativo: aging, fase, cobertura de acordo e concentração por credor.
Analytics
A mesma sequência do menu do sistema: posição da carteira, operação e contato, qualidade, propostas de exceção, resultado e caixa, jurídico, Control Desk e jAcob.
A diferença
Painel comum devolve barra, pizza e um número grande no canto. A interpretação fica por sua conta: você precisa saber o que procurar, lembrar qual era a média do período anterior e desconfiar do recorte. Na prática, quase ninguém tem tempo — e o painel vira decoração.
No REVO360 a leitura vem escrita. O painel calcula, compara com a própria régua histórica, encontra o que está fora da curva e diz em português. Com a hipótese de causa junto, porque "CPC caiu" não é diagnóstico.
Sem operador está fora da curva: 6.196 acionamentos com 0,0% de CPC, menos da metade da taxa do recorte (30,0%). Volume alto sem contato útil costuma ser rota/telefonia/higiene, não falta de esforço.
Sobre os números desta página. Todas as capturas e todas as frases em roxo vêm do mesmo ambiente de demonstração, sem edição. Elas servem para mostrar como o sistema lê uma carteira — nenhuma delas é resultado de cliente, e nenhum número aqui foi escrito por marketing.
Quem aprende a ler um painel lê todos. É por isso que o supervisor circula entre eles sem treinamento novo a cada tela.
Uma frase, em português, com a leitura do recorte. É a primeira coisa da tela — antes de qualquer gráfico.
Logo abaixo da manchete, na mesma linha: o punhado de medidas que sustenta a frase.
Cada uma traz a hipótese de causa junto e leva ao recorte que a originou. O painel aponta para onde olhar.
Período, credor, equipe, operador, produto. Você escolhe o corte antes de consultar, e a manchete se reescreve com ele.
Atualização automática de 30 em 30 minutos, opcional. O painel abre com ela desligada — quem decide é você.
O botão "Analisar com a Môzi" está no topo de cada painel. É a leitura por IA da tela inteira, a um clique.
Onde o número vem do modelo, o selo aparece. Você sempre sabe o que é medição e o que é previsão.
Cobrança · Posição & Diagnóstico
O primeiro grupo responde pela carteira: quanto existe, de quem é, há quanto tempo está em atraso e para onde está indo. A foto, o filme e a curva de quem entrou junto, lado a lado.
A foto do estoque ativo: aging, fase, cobertura de acordo e concentração por credor.
O filme, não a foto: entre duas fotos da carteira, quanto rolou para o atraso seguinte, quanto curou e quanto liquidou.
Curva de liquidação acumulada por coorte de entrada. Mostra se a carteira nova recupera melhor que a antiga na mesma idade.
Fecha o bloco: estoque, tratamento, resultado e forecast numa tela só, com atalho para o painel que originou cada leitura.
Carteira ativa: 19.045 contratos, R$ 362.069.987,00 em aberto; 14,6% com acordo (meta 30%). HHI 1.044 (moderado); Top-5 concentra 59,1%.
A cesta de atraso “361 a 720 dias” concentra 28,4% do valor em aberto (R$ 102,7 mi, 3.053 contratos).
Liquidação média em 6 meses de 12,3% entre 54 safras maduras; a última madura (02/2026) fez 24,2%.
6 safras ainda não completaram 6 meses: os marcos 6m/12m ficam em branco até maturar — ausência de ponto não é queda.
Repare na segunda frase: o painel avisa contra a leitura errada dele mesmo. Safra que ainda não maturou não é safra ruim, e o sistema diz isso antes que alguém cobre o time por um número que ainda não existe.
Cobrança · Operação & Contato
O segundo grupo mede o caminho entre a tentativa e o acordo: quantos acionamentos viraram contato útil, quantos contatos viraram promessa, quantas promessas viraram dinheiro. Cada degrau perdido tem nome, canal e responsável.
Volumetria e CPC por operador, credor, equipe e natureza. Onde o esforço vira contato útil — e onde não vira.
Efetividade do disparo: funil de enviados até contato, promessa e acordo, por canal, tipo e perfil.
Kept-rate: promessa feita contra promessa cumprida ou quebrada, por coorte, credor e operador.
Atendimento ao vivo: conversas em andamento, fila de espera e SLA de resposta, com alerta sonoro e abas por período.
O painel do negociador, escrito para ele: o que fechou, o que quebrou, a projeção do mês e onde ele está no ranking. Mora no OMNI Studio.
40.766 acionamentos (+53% vs período anterior); taxa de CPC 30,0% com 30 operadores ativos; pico sábado 18h.
2,9% dos títulos enviados geraram contato · maior perda entre Efetivados e Com retorno (−91,6%)
1.225 promessas no período (+28% vs o anterior); cumprimento em 30d de 11,0% e quebra de 89,0%; R$ 157.117,00 recuperados.
1.090 das 1.225 promessas (89,0%) não viraram pagamento em 30 dias. Kept-rate baixo com CPC alto é contato sem conversão real: confira o volume de CPC no Dashboard de Acionamentos antes de comemorar contato.
A última frase manda você para outro painel. Os painéis se conhecem — leem a mesma carteira, no mesmo banco, e por isso podem se citar.
A tela do operador
Dois dos painéis acima moram aqui, e isso não é detalhe de navegação. O resto do sistema é gestão; o OMNI Studio é operação — é onde o negociador passa o expediente. Na mesma tela ele tem a ficha do devedor, o histórico, a negociação e o WhatsApp integrado. Sem alternar de janela, sem copiar e colar entre sistemas.
O Studio tem menu próprio, configurável em Configuração → REVO360 → Menu OMNI Studio: cada operação decide o que o operador vê. E é a casa do Meu Desempenho, o único painel da suíte escrito com a lente do operador em vez da lente do gestor — o que ele fechou, o que quebrou, a projeção do mês e onde ele está no ranking.
Dados cadastrais, contratos, parcelas e situação — a mesma base que os painéis leem, sem exportação no meio.
Tudo que já foi tentado com essa pessoa, em qualquer canal, na ordem em que aconteceu.
A simulação, o acordo e o meio de pagamento na mesma tela em que a conversa está acontecendo.
A conversa roda dentro do Studio. Sem alternar de janela, sem copiar e colar entre sistemas, sem celular na mesa.
Lê o dossiê, mostra o insight, tabula o atendimento sozinha e roda a análise de qualidade. Nunca fala com o cliente final.
O WhatsApp Overview é o painel do atendimento ao vivo. Ele não mostra só volume: mostra quem está esperando, há quanto tempo, e cobra o SLA. Tem alerta sonoro e abas por período, e a aba "Aguardando operador" já vem ordenada da maior espera para a menor — a fila chega pronta para ser atacada.
4 conversas furando o SLA de 5 min, pior espera 17h36m14s.
4 conversas esperando operador há mais de 5 min — a mais antiga há 17h36m14s. A aba "Aguardando operador" já vem ordenada da maior espera para a menor.
4 conversas na fila SEM operador atribuído (a mais antiga há 17h36m14s) — ninguém é dono desse atendimento até alguém assumir.
Dentro do Studio a Simmone trabalha junto com o operador: lê o dossiê, mostra o insight, tabula o atendimento sozinha e roda a análise de qualidade. Ela nunca fala com o cliente final — quem negocia por WhatsApp de forma autônoma, 24 horas por dia, é a Sarah.
Cobrança · Qualidade
Existe um ponto em que a próxima tentativa deixa de pagar. Antes dele, desistir cedo é dinheiro na mesa; depois dele, insistir é queimar operador e base. Este grupo mede as duas coisas: a saturação do contato e a higiene do cadastro que sustenta o alcance.
Saturação e higiene: até que faixa de tentativas a persistência ainda paga, e quais lacunas cadastrais travam o alcance.
CPC geral 86,9%; persistência ainda paga na faixa “8-15” (CPC sobe para 100,0%).
A frase não diz "insista mais". Diz até onde insistir compensa, com a faixa de tentativas em que isso ainda é verdade nesta carteira.
Cobrança · Propostas de Exceção
Nem toda negociação cabe na alçada do operador. A proposta fora da régua normalmente vive em texto livre — uma mensagem contando entrada, número de parcelas e juros — e morre de inércia enquanto espera decisão. Aqui ela vira registro com esquema de parcelas, status, responsável e histórico, e o tempo de cada aprovação passa a ser medido.
A leitura gerencial da fila: taxa de aprovação, tempo até a decisão, onde a proposta fica parada e quanto disso volta atrás.
A fila de aprovação em si. O cartão arrastado muda o status de verdade — não é painel de leitura.
36 propostas vencidas ainda aguardam decisão — o prazo dado ao devedor já passou.
36 propostas passaram da validade sem decisão. Cada uma dessas é negociação perdida por inércia, não por mérito.
Resultado & Caixa
Este é o bloco do CFO, e ele tem três tempos verbais. O passado é oCaixa Realizado: conciliação no grão da baixa, com credor, canal, operador e dia — não um total de fechamento. O futuro é o Forecast de Recuperação. E o presente é aCarteira de Acordos, que é o contrato firmado entre os dois.
A previsão sai como faixa, não como número único. Previsão de caixa com uma casa decimal só e sem intervalo não é previsão, é chute bem-formatado — e quebra a confiança do financeiro na primeira semana em que errar.
Os acordos vigentes: quanto foi acordado, quanto já virou dinheiro e quanto ainda está por vir, por credor e por operador.
Quanto dos acordos vira caixa nos próximos meses. Curva contratada, trilha de propensão e banda P50/P85/P95.
O que já entrou, no grão da baixa: credor, canal, operador e dia, com ticket, espontâneo e a comissão da empresa.
Fecha o bloco: acordos, forecast e caixa realizado numa tela só. É o outro cockpit — a pergunta aqui é o dinheiro, não o estoque.
O painel abre dizendo quanto entrou no mês, como isso se compara com o mês anterior no mesmo ponto — e não com o mês fechado, que seria comparação injusta — e quanto do caixa veio de canal autônomo. Embaixo, o ticket médio sobre o número de baixas, o quanto entrou sem acionamento atribuível e a comissão da empresa sobre o recuperado.
R$ 2,6 mi entraram em agosto (+11% vs mês anterior no mesmo ponto); canais autônomos respondem por 0% do caixa do período.
Canais autônomos respondem por só 0,0% do caixa — espaço para IA/portal assumirem fechamentos.
Essa última leitura é a diferença entre um relatório e um diagnóstico. O painel não elogia o mês: aponta que nada foi fechado sem humano e trata isso como capacidade ociosa, com nome e endereço.
O Forecast projeta o caixa contratado dos acordos — o que está agendado — e, ao lado, a trilha de propensão, que é o mesmo cronograma corrigido pela taxa de realização histórica, com banda P50/P85/P95. O vão entre as duas curvas é o que tende a não virar dinheiro. Ele tem nome: é quebra de acordo antes de acontecer, e dá para agir enquanto ainda é previsão.
R$ 61,8 mi contratados até mar/31; a propensão aponta R$ 9,4 mi (P50, 15% do contratado). Fora da curva, R$ 1 mi já aprovados aguardam geração de acordo.
O gap contratado × propensão é R$ 52,3 mi (85% do agendado): é o que tende a NÃO virar caixa se a realização repetir o histórico. Gap é quebra de acordo antes de acontecer.
Painel de caixa só é confiável se a retaguarda for. O móduloFinanceiro é a operação por trás do número: é onde o dinheiro é conciliado, devolvido ao credor e prestado contas.
São dois cockpits, não um. O Cockpit da Carteira fecha o bloco de posição e responde "o que eu tenho na mão". O Cockpit de Resultado & Caixa fecha este bloco e responde "quanto disso virou e vai virar dinheiro". Perguntas diferentes, telas diferentes — não existe um cockpit geral tentando servir às duas.
Jurídico
No contencioso o custo do atraso não é conversão perdida, é prazo perdido. O painel do jurídico é uma agenda com valor: mostra o que exige ação imediata, o que vence na semana, o que está parado tempo demais e quanto de valor da causa está pendurado nisso.
Posição da carteira de processos: agenda de prazos, status, tribunal e o que exige ação hoje.
317 processos exigindo ação imediata (216 vencidos).
399 processos estão parados há mais de 180 dias sem andamento na carteira inteira (67% dos que têm andamento datado), somando R$ 74,5 mi de valor da causa — 295 passam de um ano parado. Risco de prescrição intercorrente.
Control Desk
Este grupo não olha a carteira: olha a máquina que move a carteira. O arquivo do credor entrou? A baixa está caindo? O boleto está sendo registrado? O cartão está convertendo? Quando isso trava, o problema aparece primeiro aqui — e não no fim do mês, na conciliação.
Semáforo por origem de baixa, funil de boleto e fila de pendências: estorno, não conciliado, retorno com erro, pago sem título.
O tráfego de arquivos: importação, exportação, fila, FTP, lotes e mailings — o que rodou, o que travou e o que ainda não voltou.
Meios de pagamento operando, mas 22017 pendências abertas somando R$ 82,8 mi — fila de conciliação aguardando o backoffice.
Todos os meios de pagamento com atividade dentro do esperado nas últimas 24h.
As duas frases estão na mesma tela, e não se contradizem: o encanamento está de pé, o que está parado é a fila humana depois dele. Essa distinção decide se você chama o fornecedor ou reforça o backoffice.
jAcob
O jAcob é o motor de decisão: você declara a régua de cobrança por credor e ele monta o mailing sozinho — quem acionar, por qual canal, em que horário, com que teto de desconto e qual diretriz de negociação por contrato. Ele pontua propensão de pagamento e recuperação líquida esperada.
Por isso ele tem dois painéis, e são perguntas diferentes. Um mostra ovalor: onde o modelo aponta que está o dinheiro. O outro mostra a máquina: se o pipeline rodou, se os dados de entrada mudaram de perfil e se a previsão continua batendo com o que aconteceu. Modelo sem monitoramento envelhece calado.
A leitura de valor do motor de decisão: propensão de pagamento, recuperação líquida esperada e o que ele sugere fazer com cada contrato.
A saúde do próprio modelo: o pipeline rodou, os dados de entrada mudaram de perfil, a previsão continua batendo com a realidade.
Vê
Os painéis só conseguem ler tudo porque tudo está no mesmo banco. Veja os módulos e o que muda quando a operação para de ser seis sistemas.
Faz
Depois do diagnóstico vem a ação: o jAcob monta o mailing, a Sarah negocia por WhatsApp e a Simmone tabula o atendimento.
Numa demonstração de 30 minutos a gente abre o painel que responde à sua pergunta de hoje — a posição da carteira, a fila do WhatsApp ou o caixa do mês — e deixa ele escrever o diagnóstico na sua frente.
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